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Dupla |
Cidade |
4x4 |
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Antonio Carlos Rosa de Sena e Romi Helena Moraes de Sena Thadeu (Fez sózinho apenas as 7ª, 9ª e 10ª etapas) |
Curitiba Curitiba |
Defender 110 Niva |
| Luciano Dellarole e Guilherme "Guerrilha" Dellarole (Guias) | São Paulo | Hilux SW 4 |
Alguns ítens da nossa bagagem: Cinta de reboque, cabo auxiliar de partida para conexão entre baterias, compressor de ar, pneu extra como reserva pois a medida utilizada pode não ser encontrada fácilmente, lanterna com pilhas novas, rádios de comunicação, material básico de primeiros socorros e bujão com 5 litros de água potável. Mais algumas ferramentas.
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Dia |
Largada |
Neutro/Almôço |
Chegada/Pernoite |
Local Jantar |
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24 |
Foz do Iguaçu |
Diamante do Oeste |
Cascavel |
Centro de Convenções |
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25 |
Cascavel |
Laranjeiras do Sul |
Guarapuava |
Churrascaria |
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26 |
Guarapuava |
Prudentópolis |
Castro |
Morro do Cristo |
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27 |
Castro |
Cerro Azul |
Curitiba |
Associação Banestado - Colombo |
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28 |
Curitiba |
Tijucas do Sul |
Guaratuba - Final |
Associação Banestado - Praia de Leste |
RESUMO DAS OCORRÊNCIAS NA ADVENTURE
Dia Erradas Caminho Pontos com lama lisa em que foi preciso dar ré Locais em que não passamos
2ª feira sete duas curvas Rebocados pelo Mario e pelo Java
3ª feira duas uma curva
4ª feira duas um tope com facão
5ª feira zero* Trilha do barro preto (- 3,5 km)
6ª feira três** "Laço" página 26 da planilha (-1 km) por recomendação do PC existente no local e a travessia do rio São João por recomendação da Organização. Não fizemos os últimos 10 km off road da planilha. Assim a Adventure deixou de percorrer apenas 1% do roteiro total do TRANSPARANÁ 2005.
Obs: * Havíamos passado a entrada para o trecho que não foi possível percorrer. Do caminho percorrido não erramos ! ** Em dois dos nossos erros, a dupla A.C. Sena e Rayssa perceberam e nos aguardaram voltar.
Fotos do trecho mais crítico, em que precisamos ser puxados mais abaixo.
O Defender teve apenas o pára-barro traseiro esquerdo solto, sendo retirado em Curitiba. E num dos trechos o pisca alerta disparou desligando por conta própria.
A SW 4 teve uma lâmpada do faról direito queimada e uma borracha de sustentação da saída do cano de escapamento perdida. Em Castro o Mario fez um reparo "temporário definitivo" como ele definiu com muito bom-humor a solução adotada.
O Niva, que entrou na prova a partir de Castro teve problemas no condensador do distribuidor na sétima etapa. Não percorreu a etapa da tarde, retornando em plena forma no último dia.
O TRECHO EM QUE PERDEMOS QUASE DUAS HORAS NO PRIMEIRO DIA!
Bandeirante do
Mario, ancorado na árvore e puxando a SW 4. Sem pneus MUD não tinha como subir
Ranger da
Organização também precisou da ajuda do Bandeirante
O Defender da
família de Sena, de Curitiba puxada pelo Javali da família Java
PROBLEMAS DIVERSOS
A embreagem do jipe não resistiu ao esforço no barro preto no final do quarto dia
Fazendo um pequeno reparo no snorkell do Troller antes do início da nona etapa
ACIDENTES, SEMPRE ACONTECEM
No primeiro dia o Troller da equipe da Organização capotou em trecho com lama. No terceiro dia, o jipe 17 da dupla Poli (pai e filho) tombou. Em 2004 haviam capotado ficando com o jipe pendurado numa árvore existente na ribanceira na qual por sorte não despencaram. E no quinto dia o Defender 110 de número 42 tombou. Felizmente, todas foram ocorrências sem ferimentos.
O Defender foi destombado com o auxílio dos guinchos do Defender nº 39 da Adventure e do Troller da Organização, que capotara no primeiro dia. De bermuda e jaqueta azul e branca, o Dr. Joaquim, de Castro-PR, responsável pelo Apoio Médico.
OCORRÊNCIAS QUE MERECEM DESTAQUE
O Samurai do Apoio Médico perdeu a roda traseira direita após rodar 5 km da 1ª etapa do segundo dia, saindo de Cascavel. Precisaram retornar a Cascavel para consertar os "prisioneiros" danificados.
O Defender nº 19 de Francisco Beltrão foi recolocado no caminho no início da sexta etapa, saindo de Prudentópolis, com a ajuda do Defender do Jorge Lima, organizador do Rota do Frio, que conduziu a Imprensa durante a 11ª edição do Transparaná e do Troller que levava o fotógrafo oficial da prova, Paulo Valente. De boné, Dautro Torno, Diretor Geral do Transparaná 2005.
CAMPEÃO GERAL, O QUINTO DA MASTER
O campeão geral do Transparaná não é o mesmo da categoria Master, já que para a classificação geral não é permitido o descarte de resultados. Assim sendo, a dupla campeã na Geral do Transparaná 2005 é Waldemiro Veiga / Fábio Braule, de Brusque (SC), 5ª colocada na categoria Master.
Para a classificação de cada categoria são descartadas as duas etapas com os dois piores resultados de cada dupla, com exceção das etapas do último dia de prova que não podem ser descartadas, e ainda a pior passagem por PC a cada uma das oito etapas que são computadas.
As duplas campeã da Master Fidelis Barato Filho / Erik de Brito e vice campeã Rafael Dal Bello / Enedir da S. Júnior também são catarinenses, de Criciúma e Chapecó. Em terceiro, os gaúchos Gilberto e Isaque Ruppenthal, de Três Coroas.
Na Sênior os catarinenses também foram campeões e vices: Eder Nardelli e Edson da Costa, de Rio do Oeste venceram seguidos por Anacleto e Arnaldo Ferrari, de Rio do Sul. Em terceiro, os gaúchos Régis Fisher / Pandolfo Silveira, de Porto Alegre.
VINDOS DE LONGE PARA VENCER
Clovis e Dionny Rotilli , dupla de Jaciara, cidade de Mato Grosso a 1200 km de Foz do Iguaçu, venceu a categoria Picape. Em segundo os paulistas Jean e Cristiane Allmen, de Campinas-SP e em terceiro a presença dos catarinenses Carlos A. Mendonça e João P. Magrin, de Criciúma.
Os três primeiros colocados na Master, Sênior e Pick up não são paranaenses, o que comprova o caráter nacional do evento. Já, nas categorias Jipe e Junior, a predominância absoluta foi de competidores paranaenses.
A cronometragem e apuração no Transparaná 2005 foi feita pela Totem utilizando foto-células para registrar o horário de passagem dos veículos pelos PC´s. É o maior raid do Brasil acompanhando a evolução técnica.
DUPLAS MISTAS
A garota da família Java, Gislaine Garcia em dupla com Ademir Gouveia obteve a sétima colocação na categoria Sênior.
A dupla pai e filha, Jean e Cristiane Allmen, de Campinas-SP, foi a segunda colocada entre as seis picapes.
Luiz Medina e Rosane Altier vieram de Tangará da Serra-MT (1700 km de Foz do Iguaçu) e ficaram com o sexto lugar na Junior. Foi a única dupla não paranaense na categoria Junior.
Sérgio e Neide Sosvianin, de Curitiba ficaram em oitavo na Master.
Rogério e Ilca Franciosi, de Tangará da Serra-MT ficaram com a nona colocação na Sênior.
Na Jipe, categoria em que os dez primeiros são do Paraná, Antoninho Bulla e Andréia Bulla ficaram em terceiro e Leonardo e Jaqueline de Azevedo em sexto. As duas duplas são de Toledo.
PAIS E FILHOS
Gilberto e Isaque Ruppenthal, de Três Coroas-RS foram os terceiros colocados na Sênior.
Abrilino e Juliano Fróss, de Toledo-PR, terminaram em oitavo na Sênior.
Antonio Camilotti e Antonio Camilotti Filho, de Curitiba, ficaram com o quarto lugar na Junior.
João e Pedro Paul, de Curitiba, ficaram com a sétima e última colocação na Junior.
Luiz Afonso e Luiz Carlos Poli de Curitiba, que tombaram o Jipe 17.
PERSISTÊNCIA
Na categoria Jipe as coisas são mais difíceis devido à idade dos 4x4. O jipe 47 teve as seguintes quebras: Embreagem no primeiro dia, caixa de transmissão no segundo e motor (biela) no terceiro. E chegaram a Guaratuba no quinto e último dia! Como? Em Prudentópolis, local do neutro da quarta-feira compraram um motor por R$ 700,00 e substituiram as peças danificadas do motor do jipe. ESSE É O ESPÍRITO DE QUEM PARTICIPA DO TRANSPARANÁ.
Em Cerro Azul a Sra. Leoni do restaurante São Francisco me presenteou um prato com a pintura de três patinhos, que trouxe para a Rosa.
Apesar de ser verão, tivemos neblina pelo caminho em todos os dias da prova!
As lavagens da SW 4 ao final dos três primeiros dias foram das formas mais variadas: Em Cascavel a chuva diluviana fez o serviço; em Guarapuava uma ducha resolveu a questão da sujeira excessiva; em Castro, um mergulho nas águas transbordadas do rio Iapó (foto abaixo) foi o suficiente para tirar o barro grosso das rodas e parte inferior.
Em Curitiba não houve tempo para esse cuidado. Em Guaratuba uma bela jateada d'água na parte inferior para a viagem de volta.
Encontramos nosso companheiro de Adventure da 10ª edição do Transparaná em 2004, Floriano Reingruber, dessa vez com toda a família, na largada promocional em Foz do Iguaçu e também na estrada na viagem de volta, na altura da Serra da Graciosa! Se tivéssemos marcado não aconteceria...
A numerosa e apaixonada equipe que trabalhou para o melhor Transparaná segundo o Diretor Geral da prova e presidente do Jeep Clube de Curitiba Dautro Torno:
No jantar de encerramento foi servido o barreado, prato típico do litoral paranaense. Não poderia haver nome mais apropriado para um grupo que andou no barro durante toda a semana. E os vencedores abriram grandes garrafas de Champagne.
O Transparaná 2005 teve patrocínio de Goodyear e DPaschoal e apoio de Paraná Turismo, Paraná Esporte e Itaipú Binacional.
Para saber mais sobre o Transparaná acesse o site www.transparana.com.br
CHEGANDO AO PONTO DE SAÍDA
A viagem até Foz, partindo de São Paulo foi dividida em duas. Nosso "neutralizado" foi em Irati, 100 km após Curitiba. Irati tem aeroporto e kartódromo e há muitas cachoeiras na região. É grande produtora de pêssego. Na gastronomia tem o pierogue, prato típico à base de massa, especialidade das culinárias polonesa e ucraniana, que caracteriza-se pela sua variedade de sabores e molhos preparados e servidos na hora, de acordo com a preferência do degustador. O prato típico da cidade é o Borrego no rolete. E produz cerveja caseira. Anote aí: Em dezembro Irati realiza a Festa Nacional da Cerveja Caseira, a Festa do Pêssego, a do Borrego no Rolete e a do Pierogue! E, tem a maior estátua de N.Sra. das Graças no mundo , com 22 metros de altura.
Na verdade paramos 16 km antes de Foz do Iguaçu, em Santa Terezinha de Itaipu, cidade que tem praia artificial à margem do rio Iguaçu. Nos hospedamos no Novo Tamburi Hotel, local reservado pela Organização. E fui aproveitar o dia quente para um mergulho nas águas transparentes com tons de dourado da prainha do Iguaçu.
No Marco das três fronteiras, de Foz do Iguaçu (Brasil) com as cidades vizinhas de Puerto Iguazu (Argentina) e Puerto Franco (Paraguai), a oportunidade de observar os três países fronteiriços, cada qual com o seu Marco e suas respectivas cores nacionais, e ainda, visualizar o encontro das águas do rio Iguaçu com o rio Paraná.
LAZER
O Acquamania Parque Aquático é ótima opção de lazer já que as águas das Cataratas só podem ser observadas à distância.
Para quem gosta de guiar, o Adrena Kart (ao lado do Estádio do Flamengo) tem locação de kart, a partir das 19h00.
Outra opção é "ir fazer uma fézinha" nos
Cassinos na Argentina ou Paraguai.