
A escolha do lugar
certo para passar sem ajuda
A estreante na lama
recebe ajuda da Organização
Quem está na contra
mão?
Tempo encoberto. Mais
tarde o Sol venceu as nuvens
Travessia caprichada
Kaminski do Jipe
Clube de Ponta Grossa-PR
Um dos trechos mais
interessantes do roteiro percorrido durante o Raid das Tradições
Integração: Kaminski
(Ponta Grossa-PR), Marcio Schlemm (Joinville-SC), Dellarole (São
Paulo-SP)
A FESTA DAS TRADIÇÕES:
FINAL DE SEMANA ITALIANO
Pasta, vino e tarantela.
Estandes oferecendo variados tipos de massa, o tradicional frango
com polenta e vinhos da vinícola catarinense de Rodeio, da nossa
parceira San Michele. Alegria e animação do público que lotou a
pista de dança montada diante do palco onde apresentações de músicas
italianas aconteceram na sexta-feira dia 13 e no sábado dia 14.
A Rainha da Festa, Morgana Kunze
Além das apresentações
artísticas e das artes dos jipões do Rock Crawling, ocorrendo
simultâneamente em pavilhões diferentes, e sem a mínima
interferência entre os shows que têm públicos diversos, exposição de
automóveis antigos e venda de artesanatos completaram as atrações.
A medalha de tiro que em
2005 fiquei de ir buscar esse ano, dessa vez trouxe na bagagem de
volta.
FESTAS CATARINENSES E
ALGO MAIS NA BELA SC
Na quarta-feira
dia 11, durante o dia fomos até Brusque visitar a
Fenarreco. Tivemos a sorte de encontrar e conhecer
o secretário de turismo local que nos franqueou a entrada.
Aproveitamos para apreciar as vitória régias nos espelhos d'água da
Prefeitura de Indaial, no caminho de ida.
À noite, em Timbó fomos
conferir a Festa do Imigrante (culturas italiana e
germânica tal qual a Festa de Joinville) com volume surpreendente de
público, apesar do tempo chuvoso. Na sexta-feira (13) nosso grupo
foi até Itajaí e o bacalhau foi o prato dos casais
Dellarole e Meireles no espaço onde acontece a Marejada.
Passamos duas vezes em
dias diferentes pelo local onde é realizada a Schutzenfest em
Jaraguá do Sul, mas o horário de passagem não coincidiu com o
funcionamemto da Festa.
ALÉM DAS FESTAS
Iniciamos nossa viagem
percorrendo a Estrada Bonita, almoçando em Pomerode e nos hospedando
no Hotel Timbó Park, parceiro do Off Road Adventure Team. Único
local em que repetimos refeição durante os 14 dias dessa maravilhosa
viagem: Thapyoka, em Timbó, onde nos foi oferecida a sobremesa após
o jantar da terça-feira dia 10 e o Chopp local que acompanhou a
refeição dia 11.
A partir
da esquerda: Marines Melere (Thapyoka), Oscar Schneider (Prefeito de
Timbó), eu, Jaime Odair Bittencourt (Vice-presidente do Jipe Clube
de Timbó) e Aurélio Meireles, companheiro na bela jornada com duas
semanas de duração
Encontramos em Barra
Velha com os Matias no feriado do dia 12 e os Sieber no dia
seguinte. Grupo completo à espera do Raid.
Sábado o casal Meireles
e nós mudamos a base para Joinville afim de poder curtir melhor e
por mais tempo a Festa italiana.
De Joinville fomos para
São Francisco do Sul, cidade portuária que abriga o Museu Nacional
do Mar e é a terceira mais antiga do Brasil. Mas, do jeito mais
pitoresco para não dizer complicado. Ferry Boat até Vila da Glória,
e de lá para São Francisco outro. O programa vale a pena para quem
esteja a passeio, sem pressa. Não é o caminho de quem transita com
frequência entre as cidades à volta da bela baia da Babitonga.
Paga-se R$ 25,50 por carro pelas duas travessias. Nos hospedamos no
Bristol Villa Real, de frente para o mar.
Estivemos em Balneário
Camboriú, onde nossa casa foi o Geranium Hotel, na Avenida Brasil.
Percorremos a Interpraias e fomos até o alto do Morro do Careca (já
no município de Itajaí), de onde se avista Balneário no sentido
Norte/Sul. Uma caminhada pelo bem organizado Camelódromo e a
oportunidade de economia na compra de qualquer artigo. Um cartão de
memória para a camera digital foi a aquisição que permitiu clicar
sem preocupação até o final de nossa viagem.
Do litoral para a área
rural, indo a Vargem do Cedro depois de passar por São Pedro de
Alcantara, primeira cidade de colonização alemã em Santa
Catarina. Em Vargem do Cedro, visitas ao bem montado museu, ao
alambique artesanal e à fábrica de biscoitos decorados à mão.
De volta
ao litoral, contornando a represa de Imaruí, a maior do estado e
cruzando a barra da lagoa do Ibiraquera, em Imbituba, que tem porto e a
famosa praia do Rosa. Abaixo Praia do Luz.

Subimos
de Garopaba por caminho alternativo até Paulo Lopes, seguindo para
Florianópolis na ilha de Santa Catarina, passando pelas enormes Dunas do
Siriu (abaixo).

Em Florianópolis, o
Mercado Público salvou o nosso dia numa manhã chuvosa. Depois, um
passeio a Jurerê Internacional, com uma passadinha por Santo Antonio
de Lisboa com uma esticadinha até o final do caminho por estrada de
chão, em Sambaqui. Daí para a Lagoa da Conceição onde almoçamos na
Avenida das Rendeiras (que fazem a renda de bilro), uma espiada mais
nas dunas da Joaquina e outra ida ao Mirante da Lagoa logo após a
atualmente badalada Praia Mole. Na visita à Alameda Casa Rosa a
agradável descoberta de que Floripa, a ilha da Magia tem mesmo
encantos inimagináveis em cada recanto.
Hora de iniciar a volta.
Antes de deixar a ilha, subida ao Morro da Cruz e o aprofundamemto
da paixão dessa porção do mundo abençoada por Deus e bonita por
natureza, ou melhor pela natureza que Ele lhe concedeu.

A ilha de Santa
Catarina e o continente após a ponte
Uma incursão off road
por Governador Celso Ramos levou à descoberta de que um trecho do
caminho de terra já foi asfaltado e outro será em breve.
Aproveitamos antes que acabe...


Passamos novamente por
Itajaí chegando pela rota interna, avistando o Bico de Papagaio,
interessante formação rochosa à beira do mar com vista para o
terceiro porto pelo qual passamos nessas andanças, e onde uma
corveta da Marinha era a atração. Utilizamos o Ferry Boat para
chegar a Navegantes, pois afinal como dizia sempre o Aurélio
"Estamos passeando".
De volta a Joinville, a
maior cidade do estado, que tem a única sede do Balé Bolshoi fora da
Rússia, conhecida por Cidade das Flores ou Cidade dos Príncipes,
encerramos nossa programação assistindo a uma ótima apresentação de
Dança do Ventre.
Show de expresão
corporal
BEBENDO POUCO,
EXPERIMENTANDO MUITO
Chopp local em Timbó,
Brusque e Joinville apreciados no estilo degustação e uma novidade:
Licor de Cerveja, aprovado. Um talago da Cachaça Lima do Alambique
Rech prova que aguardente boa é a que não arde na garganta e desce
suave como se tivesse mel.
ESTRADAS
As estradas catarinenses
têm boa conservação. Os motoristas, originários sejam de onde fôr é
que abusam da velocidade e da sorte, causando acidentes em plenas
retas com tempo bom e durante o dia conforme recente
pesquisa divulgada pelos jornais do estado.
As BR 116 e 101 têm
alguns pontos de pista simples (30 km) entre as capitais paulista e
catarinense. Obras em andamento reduzirão em breve essa distância.
Na volta, de dia, sempre por opção pela segurança, cinco acidentes
com caminhões que "se perderam" comprovam o comentário do Comandante
da Polícia Rodoviária Federal ao comentar a enorme quantidade de
acidentes no feriado de Nossa Senhora Aparecida, festejada a 12 de
outubro: " Como pode um motorista perder o controle do veículo?
O motivo é sempre algum excesso" - seja de consumo de
álcool, de jornada de trabalho, de peso transportado e de
velocidade.

E, em cada cem
motoristas, um é espírito de porco total. Por isso, cada aproximação
e ultrapassagem deve ser atenta e sinalizada. O ideal é considerar
que cada caminhão pode estar sendo conduzido por "aquele em
cem". Tem caminhoneiro boa gente, que respeita e até facilita a vida
dos motoristas dos carros de passageiros, em nome da Vida. Esses tem
o meu respeito.