
Apenas visitas a alambique e museu em área rural não foi feita atendendo à preferência das duplas participantes.
A Bier & Wein Importadora deu apoio ao evento, e assim os off roaders puderam tomar a cerveja ERDINGER SPORT, não alcóolica, ideal para as atividades como visitação a cachoeiras, grutas e praias, que exigem total atenção, sendo pouco prudente ingerir bebidas que contenham álcool antes ou durante as mesmas. E muito menos para os que vão dirigir após a refeição. Assim, a utilização do produto foi efetiva, real. Além disso a ERDINGER SPORT garante energia com suas propriedades nutrientes. Afinal é um isotônico.
O OFF ROAD ADVENTURE TEAM conta ainda com a colaboração do Hotel Parador da Montanha - Alto dos Cedros, do Hotel Porto de Paz - São Francisco do Sul, do Blue Tree Premium Brusque Colinas Monthez - Brusque, do Majestic Palace Hotel, único cinco estrelas no centro de Florianóplolis, do Hotel Mabu Engenho Eco Resort - Ilha de Santa Catarina, e do Hotel Timbó Park (Timbó) para viabilizar a viagem-expedição prevista no Calendário desde janeiro.
Dia 02
O casal Dellarole saiu de São Paulo, almoçando no restaurante Madalosso, em Curitiba, no bairro de Santa Felicidade. O espírito natalino se manifestou já na parada no Graal Buenos Aires, em Registro. A Organização ganhou bonés e camisetas para todos os off roaders. A fábrica de brinquedos montada no canto direito do restaurante é um show que vale ser visto! O posto fica no Km 449 da Rodovia Régis Bittencourt, em Registro. À noite em Joinville o restaurante escolhido para o jantar tinha apresentação de Dança do Ventre, uma agradável surpresa.
Dia 03 73 km em terra
Encontro às 10:00 horas na Estrada Bonita, no km 20 da BR 101, município de Joinville. Apresentações feitas, entregues as caixas de Erdinger Sport, bonés Erdinger, bonés e camisetas Graal, camisetas CS Incorporações / 50º Passeio Orateam (estas só para o casal Dicini), guia do Vale Europeu, região a ser percorrida nos primeiros quatro dias compondo a parte rural, produtos Autoshine, adesivos da Autoshine e da Erdinger.
Percorremos a estrada cujas belezas justificam o nome. A Vanessa e eu fizemos o primeiro mergulho em uma piscina natural, de água realmente gelada. Trechos em terra 4 km. Almoçamos no GrünWald e seguimos para a Rota das Cachoeiras em Corupá, passando por Jaraguá do Sul, onde percorremos com os 4x4 o autódromo de 1,5 km em terra. Só o casal Dicini, o mais jovem, foi até a 14ª queda do Parque. E num tempo total de ida e volta, que a garota que estava na portaria havia nos informado ser necessário só para a subida! Então fomos por terra até Rio dos Cedros num trecho de 41 km de terra. O caminho até as Cachoeiras já somara 26,5 km em terra. Nos hospedamos no Hotel Timbó Park, em Timbó. O jantar foi no Thapyoka, onde a Organização recebeu da Marinês Melere a cortesia da refeição. O Thapyoka é um complexo de lazer com bar, boate, cervejaria e restaurante, num local realmente bonito da cidade que tem 89% de área verde.
Dia 04 50 km em terra
Subida ao Morro Azul, de onde pode-se avistar Timbó, Pomerode e Indaial. O local tem rampa de vôo livre. Foram 15 km de terra, com hortênsias margeando parte do caminho. Na descida, uso da reduzida evitando "fritar" os freios. Trecho muito bonito.
Imagens
pitorescas e paisagens relaxantes
O grupo foi apreciar a caprichada decoração de Natal na praça em Timbó. O almôço em Pomerode acatando sugestão do casal Sieber foi no Wunderwald, nos fundos de uma casa construída em 1913, e onde o Mazico ofereceu a refeição à Organização, e tocou Santa Luzia, América América, Luar do Sertão e Barril de Chopp com sua gaita em dupla com o acordeon comandado pelo Valmor.
História e memória preservada
Seguimos para Alto dos Cedros, na região dos lagos catarinenses, onde fica o parceiro Parador da Montanha. Os 35 km de terra tem trecho com hortênsias nas margens. O casal de jovens atletas passeou pelo lago, em barco a remo. Jantamos no Hotel e a picanha preparada pelo Alessandro foi aprovada até pelo gaúcho Sieber. O frango com mostarda ídem.
Dia 05 10 km em terra
Espaço para o
café da manhã
Retornamos a Rio dos Cedros incluindo passagem por um trecho diferente da subida.
Passamos por Timbó e fomos visitar a vinícola San Michele, em Rodeio. Dali seguimos para Ascurra, onde o Luigi liberou o autódromo em terra para uma voltinha. Dessa vez, com pódio e tudo!
Fizemos um lanche em Indaial e fomos apreciar as Vitória Regia na praça diante da sede da Prefeitura. Para chegar a Brusque, o nosso destino nesse dia, passamos por Gaspar. A hospedagem foi no parceiro Blue Tree, onde o grupo optou por jantar. O casal Sieber e eu aproveitamos a piscina aquecida e coberta. Essa noite choveu.
Dia 06 75 km em terra
Sem poeira fomos até o Parque Grutas de Botuverá. Trechos com pouca lama e várias poças pelo caminho de 27,5 km não pavimentados. Assistimos à apresentação de vídeo e fomos guiados pelo Fabrizio nos 220 metros que se pode percorrer. Degraus, corrimão nos pontos mais difíceis e iluminação facilitam em muito a visitação dos três salões liberados. Capacetes são fornecidos e de uso obrigatório. Não se pode fotografar, e nem fumar no interior das grutas. A visita demora 45 minutos. Antes percorremos 400 m de trilha leve até a cachoeira ali existente. Retornamos ao Blue Tree para o caso de alguém querer um refrescante e refazedor banho, almoçamos num self service em Brusque, visando ganhar algum tempo, pois esse era o dia com a maior quilometragem total, e também em terra. Passamos por São João Batista, Canelinha e Tijucas, chegando à BR 101 pela qual seguimos até São José, saindo para São Pedro de Alcântara, a primeira cidade de colonização alemã em Santa Catarina. Daí, 12,5 km por terra até Santo Amaro da Imperatriz, uma das cidades de águas termais do estado. Pela SC 282 até São Bonifácio e de lá para Vargem do Cedro, num trecho de 35 km de terra, com lama em alguns pontos e muitas poças. Chegamos ao anoitecer e pudemos conferir a bonita decoração da Fluss Hauss , a fábrica de biscoitos decorados à mão. Na Pousada Hellmann, a comida deliciosa da D. Inês recompensou os off roaders pela mais longa jornada da programação. Abrimos um espumante para brindar o término da parte rural.
Dia 07 60 km em terra e areia
Depois do café saimos para o inicio da parte litoral, passando antes por São Luiz, Aratingaúba e Imaruí, margeando a represa de Imaruí, a maior de Santa Catarina.
Depois de 41 km em terra chegamos a Imbituba, cidade portuária, entrando pela praia da Ribanceira, passando entre as dunas e o mar. Foi a primeira vez que o Leonardo viu dunas ao vivo. Isso é o que vale em nosso trabalho!
Cruzamos a Barra da Lagoa do Ibiraquera, chegando à praia do Luz.
Depois, até a famosa praia do Rosa, onde almoçamos. Só eu entrei na água gelada do mar do Rosa. Daí para a Pousada, em Garopaba. Os casais Sieber e Dicini foram à praia da Ferrugem. Foram 19 km não pavimenatdos entre areia e terra. À noite, rodízio de pizza foi a pedida unânime.
Dia 08 27 km em terra
Logo cedo encontrei a Vanessa retornando de sua caminhada matinal, subindo o Morro desde a praia. Que pique!
De Garopaba a Paulo Lopes por 27 km em terra, passando pelas Dunas e Lagoa do Siriú, visitando as cachoeiras do Macacu e do Siriú e as praias do Siriú e Gamboa, onde almoçamos. O casal Dicini escalou a mais alta duna. A Sonia subiu um pocado a menos. Na cachoeira do Siriú só eu mergulhei na principal piscina natural. Na Gamboa, a oportunidade de arrastar com a cinta de reboque do Leonardo, novinha, um Fiesta cujo motorista ao ver os 4x4 na areia, achou que podia entrar. Entrou e ficou...
Entre Armação e
Matadeiro, nomes da época da hoje absurda caça às baleias
Em Florianópolis, após nos acomodarmos no centro, fomos para o lado Sul da Ilha, passando pelas praias de Morro das Pedras e Armação. Para chegar à praia do Matadeiro, cruzei a pé a barra do rio que desagua no mar. Os demais optaram pela ponte existente para os pedestres. Só a Vanessa e eu aproveitamos para mais um mergulho, numa água de temperatura surpreendentemente agradável, pois as praias do Sul da Ilha de Santa Catarina costumam ser bem frias mesmo no verão.
Na volta ao centro uma parada na praia do Campeche para um pastel. O casal de atletas caminhou pela areia. Aceitamos sugestão dos Sieber quanto ao local para jantar, e como na vez anterior todos aprovamos.
Dia 09 2 km em terra
Fomos para o lado Norte da Ilha, passando pela famosa Lagoa da Conceição, um dos cartões postais da "Ilha da Magia" e fizemos uma parada nas não menos famosas dunas da Joaquina, onde os atletas Dicini alugaram uma prancha dupla de sand board para algumas divertidas escorregadas do cume à base da maior formação de areia ali existente.
A caminho do Hotel as praias Mole, da Barra (da Lagoa) e Moçambique foram avistadas.
Caminho pro mato? Não. Prá praia!
A parada para almôço foi na Brava, apesar do forte vento, que por sorte e num fato pouco comum estava morno! Na sequência passamos: Lagoinha, Ponta das Canas, Canasvieiras, e Jurerê Internacional, onde fiquei para o tão desejado banho de mar (até então fizera rápidos mergulhos). Os Dicini voltaram à Lagoinha para fazer Snorkelling, e os Sieber foram até a Daniela. Nos encontramos no Hotel. Fomos jantar no Ancoradouro, em Ingleses. A Scheila Peres ofereceu o jantar à Organização, em mais uma cortesia. Assim, o Orateam ganhou quatro novos parceiros ao longo dessa viagem. E fez novos Amigos, como sempre tem acontecido, felizmente.
Aproveitando as vantagens das características técnicas dos 4x4
Dia 10 34 km em terra e areia
De Florianópolis, fomos até Porto Belo, Bombas e Bombinhas, onde o casal Dicini e eu fizemos um Snorkelling. O Leonardo e a Vanessa repetiram a dose na praia do Estaleirinho, em Porto Belo, junto com um grupo que fazia o seu batismo do curso de mergulho. Então seguimos pela Interpraias, passando entre outras pela praia do Pinho, conhecida pela prática do nudismo, e ao chegar em Balneário Camboriú nos despedimos do casal Sieber, que ao chegar em casa por ali ficou, como já explicado.
Subimos ao Morro do Careca de onde avista-se Balneário Camboriú e paramos em Itajaí para almoçar na segunda das três cidades portuárias do roteiro.
Usamos o Ferry Boat para chegar a Navegantes e seguimos para São Francisco do Sul, a terceira cidade mais antiga do Brasil.
Entramos pela praia Grande do Ervino, percorrendo 32,5 km não pavimentados para chegar à Prainha, Enseada, Ubatuba e Itaguaçu onde fica o Hotel Porto de Paz, nosso parceiro. Pela terceira vez nessa viagem andamos mais de 30 km off road para chegar nos locais de hospedagem. Jantamos no Hotel.
O trecho entre
as dunas com vegetação e o mar impressiona
O espumante que comemoraria a complementação da viagem com o término da parte pelo litoral ficou esquecido na geladeira da cozinha do Hotel. Valeu a intenção(?).
Dia 11 3 km em terra
A manhã começou com a subida ao alto do morro do Forte Marechal Luz, onde há um museu. A vista, além da vegetação no local compensam.
Então os casais Dellarole e Dicini se despediram. Mas, ambos foram até o Museu Nacional do Mar. Eles, para visitar o Museu, e nós apenas para conferir o Café inaugurado em janeiro e o Bar inaugurado na véspera de nossa visita.
Distância off road acumulada: 334 km
Símbolos da Viagem
Fruta: Banana. A região percorrida é grande produtora. Quem andar por ali entenderá o significado da frase "Terra da Banana".
Flor: Hortênsia. Os caminhos margeados por essa colorida e vistosa flor são um capítulo marcante dos roteiros.
Bebida: Cerveja Erdinger Sport, não alcóolica (alkoholfrei) e isotônica (isotonisch). Na terra da segunda maior festa da cerveja no mundo (a maior é no país de origem da Erdinger, a Alemanha), combinou perfeitamente.
Atendendo a convite que nos foi formulado durante treinamento na Casa de Santa Catarina em São Paulo fomos a Blumenau conhecer o Viena Park Hotel. Assistimos à apresentação da banda do 23º Batalhão de Infantaria na Bier Garten, praça bem decorada pelo Natal, com Casa do Papai Noel. O Museu da Cerveja fica de um lado da praça e no outro uma microcervejaria, que produz desde fevereiro 2005 mensalmente de 6 a 7 mil litros do Chopp Unser Bier (que significa Nossa Cerveja). Percorremos a rua XV para ver a iluminação de Natal, apreciando as belas fachadas decoradas da Secretaria de Turismo e Prefeitura, e a estrutura da ponte.
Dia 12
De Blumenau a São Paulo, com uma incursão pela Estrada da Graciosa (PR 410), descendo e subindo a serra da Graciosa para poder saborear o Barreado, prato típico do litoral paranaense, e cujo nome tem tudo a ver com off road!
RESUMINDO A CURTIÇÃO DO CASAL DICINI
"Esquiaram" duna abaixo, na Joaquina, em prancha de Sand Board. Praticaram Snorkell em Bombinhas, Porto Belo e na Ilha de Santa Catarina (Lagoinha, lado Norte). Passearam de barco em lago em Alto dos Cedros. A Vanessa mergulhou em piscina natural na Estrada Bonita e na praia do Matadeiro (lado Sul da Ilha de SC), e fêz caminhadas matinais. O Leonardo pôde robocar um carro em apuros. Isso tudo, além das belas paisagens, da gastronomia farta e variada, do bom nível de confôrto das hospedagens e do prazer de viajar off road por caminhos alternativos em contato com a natureza.
PEQUENOS PROBLEMAS
Com os 4x4 nenhum tipo de problema, comprovando o cuidado dos off roaders com manutenção. Afinal, são todos estradeiros!
Nos deslocamentos por rodovias duas vezes ficamos parados devido a obras. Pelos caminhos alternativos, sem problemas!
Em um dos hotéis, a piscina deixou de ser aquecida. Em julho 2005 quando o visitamos o sistema estava em funcionamento.
Em outro o restaurante não estava funcionando às 22:15 embora a informação obtida junto à recepção quando do check in tenha sido de que o horário do restaurante era até 23:00 horas.
Houve também dois casos de acomodação em apartamentos com características diferentes das acertadas préviamente. Foram feitas as trocas de unidades. Mas, a impressão que fica é ruim.
Esse registro é feito apenas para dar idéia das possibilidades de dificuldades que podem surgir durante uma viagem por mais que seja programada visando evitar quaisquer surpresas ou transtornos.
Com relação à forma de pagamento em Santa Catarina, a Organização já alertara para que todos levassem cartão, cheque e dinheiro, em função de muitos lugares não aceitarem cheques, e outros tantos não trabalharem com cartão de crédito.
Dos hotéis, um estava com problema na operação do cartão que eu portava; outro não trabalha com cartões de crédito. E, um só aceita determinado cartão. E não era do que eu tinha comigo.
O uso da internet para envio de mensagem não foi possível quando tentei enviar texto visando adiantar a edição dessa matéria, pois no micro de uso para hóspedes esse serviço não estava disponível. Também não havia possibilidade de gravar em disquete. E nem de imprimir. Informe-se antes de iniciar o uso de computador do local onde estiver hospedado.
Queridos,