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60 anos da Fórmula 1: Um pouco dessa história

 Homenagem à marca que venceu a primeira corrida de Fórmula 1, com o italiano Giuseppe "Nino" Farina pilotando.   

E, conquistou os dois primeiros Campeonatos Mundiais da categoria através de Farina em 1950 e do fantástico penta campeão Fangio em 1951.    

A Alfa Romeo venceu 10 GPs na Fórmula 1.

E, à Scuderia di Maranello, que até 2009 já venceu 16 Campeonatos Mundiais de Construtores da F 1 e levou nove pilotos a 15 títulos.  

Os carros vermelhos da Ferrari já venceram 210 GPs na Fórmula 1, tendo obtido a pole-position em 203 grids e registrado a melhor volta da corrida em 219 oportunidades.

Pela Ferrari, até 2009 já pilotaram 13 campeões: Alain Prost(França), Alberto Ascari(Itália) 1952 e 1953, Jody Sheckter(Africa do Sul) 1979, John Surtees(Inglaterra) 1964, Juan Manuel Fangio(Argentina) 1956, Kimi Raikkonen(Finlândia) 2007, Mario Andretti(Estados Unidos), Michael Schumacher(Alemanha) 2000, 2001, 2002, 2003 e 2004, Mike Hawthorn(Inglaterra) 1958, Nigel Mansell(Inglaterra), Niki Lauda(Austria) 1975 e 1977, Nino Farina(Itália) e Phill Hill( Estados Unidos) 1961. Andretti, Farina, Mansell e Prost não conquistaram títulos durante suas permanências na equipe italiana. Fernando Alonso(Espanha) vai estrear pela equipe no GP do Bahrein.

Dos anos 70 em diante posso afirmar que dentre os pilotos acima, Schumacher e Lauda foram os que mais marcaram e impressionaram a poderosa e tradicional Ferrari. Os métodos, técnicas e dedicação total do alemão jamais serão esquecidas pela equipe. E, a coragem do austríaco, que voltou a conquistar o título após terrível acidente, bem no espírito combativo do cavallino rampante.
 
Também venceram corridas na F 1 para a Ferrari: Alain Prost, Didier Pironi, Maurice Trintignant, Patrick Tambay e Rene Arnoux(todos franceses); os inglêses Mansell, Peter Collins e Tony Brooks, o canadense Gilles Villeneuve; os brasileiros Felipe Massa e Rubens Barrichello; o austríaco Gerhard Berger, os argentinos Carlos Reutemann e José Froilan Gonzales, o belga Jack Ickx, o suíço Clay Regazzoni, os italianos Giancarlo Baghetti, Lorenzo Bandini, Ludovico Scarfiotti e Michele Alboreto, o americano Mario Andretti e o alemão Wolfgang Von Tripps (vice campeão após falecer em acidente que matou também 14 espectadores justamente no GP da Itália em 1961). Baghetti venceu em sua estréia na F1 no GP da França, também na temporada de 1961. Desses 22 pilotos, com os quais se poderia realizar uma partida de futebol com dois times completos, os que mais marcaram: Villeneuve pelas pilotagens show à kamikase, e Ickx pela habilidade em pista molhada. O Comendador Enzo Ferrari teve especial apreço por Andretti e Berger.
 
Uma curiosidade: Fangio ganhou quatro de seus cinco títulos correndo por equipes italianas: em 1951 pela Alfa Romeo; em 1954 pela Maserati; em 1956 pela Ferrari; e em 1957 novamente ganhou com a Maserati. Apenas o título de 55 foi conquistado a bordo de um Mercedes.
 
Outros 32 pilotos italianos que correram na Fórmula 1: Andrea de Adamich, Andrea De Cesaris, Alessandro Nannini, Alex Caffi, Arturo Merzario, Bruno Giacomelli, C. Perdisa, Elio de Angelis, Eugenio Castelotti, F. Bonetto, Gabriele Tarquini, GianCarlo Fisichella, G. Cabianca, G. Gerini, G. Scarlatti, Ignazio Giunti, Ivan Capelli, Lela Lombardi(uma das pouquíssimas mulheres a chegar à categoria), Luigi Fagioli, Luigi Musso, Luigi Villoresi, Mauro Baldi, PierCarlo Ghinzani, PierLuigi Martini, Renzo Zorzi, Ricardo Paletti(morreu em acidente na largada do GP do Canadá), Riccardo Patrese, S. Mantovani, Stefano Modena, Teo Fabi, U. Maglioli e Vitorio Brambilla. As melhores colocações em Campeonatos foram obtidas por Fagioli, o terceiro em 1950; Villoresi, quinto colocado nas temporadas de 1951 e 1953; Taruffi, terceiro em 1952; Musso foi terceiro em 1957; Bandini citado entre os que venceram corridas pela Ferrari foi quarto em 1964 e sexto em 1965; De Angelis, sétimo no Mundial de Pilotos em 1980, oitavo em 1981 e nono em 1982 apesar da vitória no GP da Áustria e do maior número de pontos nessas três temporadas. Em 84 De Angelis foi o terceiro e em 85 o quinto; De Cesaris, oitavo em 1983 correndo pela Alfa Romeo. Alboreto foi o quarto em 1984 e vice campeão em 1985 vencendo três GPs pela Ferrari nessas duas temporadas. Alboreto ainda foi o sétimo em 87 e o quinto em 88, sempre pela Ferrari. Em 1989, Patrese foi o terceiro e Nannini o sexto com uma vitória no GP do Japão. Em 1990 quem ganhou um GP foi Patrese, em San Marino, terminando o Mundial em sétimo à frente de Nannini. Brambilla venceu o GP da Áustria em 1975.

A PRESENÇA DO BRASIL
 
 

 O italiano Jarno Trulli pilota seu Lotus em Barcelona. A Lotus proporcionou ao brasileiro Emerson Fittipaldi o título de Campeão Mundial em 1972.

Nelson Piquet e Ayrton Senna também correram pela Lotus, mas foram campeões por outras equipes.

Fittipaldi 72/74       Piquet 81/83/87       Senna 88/90/91

Além dos três pilotos que conquistaram oito títulos para o País, o Brasil já teve na F 1: Alex Dias Ribeiro, Chico Landi, Chico Serra, Cristian Fittipaldi, José Carlos Pace, Ingo Hoffmann, Luciano Burti, Luiz Pereira Bueno, Maurício Gugelmin, Raul Boesel, Roberto Moreno, Tarso Marques e Wilson Fittipaldi. Apenas Pace chegou a vencer um GP e a vitória foi justamente no Brasil, em 1975. E terá nessa temporada: Bruno Senna(Hispania), Felipe Massa(Ferrari) Lucas Di Grassi(Virgin) e Rubens Barrichello(Williams). Barrichello e Massa já conquistaram o título de vice-campeão. Mas, ambos seguem em busca do título de campeão. Cada um venceu 11 GPs até 2009. O pioneiro Chico Landi venceu provas pilotando carros de F 1 mas não GPs válidos para o Campeonato Mundial.

Senna teve 41 vitórias e conquistou 65 pole positions nos 161 GPs de F1 disputados entre 1984 e 1994. Por 19 vezes registrou a volta mais rápida durante a corrida. 

POLÊMICAS NA TEMPORADA 2010
 
CHEFES DAS EQUIPES NOVATAS ATACAM
"Se não recebermos uma chance de competir no Bahrein e, também, se algum dos times não aparecer, alguém deverá estar em apuros explicando o que aconteceu com todos nós, e os 'sonhadores dos EUA' terão de explicar suas ações, porque eles estão deliberadamente enfraquecendo a F-1 com um sonho de mundo perfeito e contos de fadas sobre sucesso, mas o sucesso não acontece senão com trabalho duro e muita coragem" -  Zoran Stefanovic empresário sérvio da equipe Stefan GP.
 
“Nós não estamos reclamando, e estamos felizes com tudo o que está acontecendo, mas a Ferrari poderia ser mais acolhedora com os novos times porque eles melhoram o esporte." Richard Branson, da Virgin.
 
NA MERCEDES AS OPINIÕES DOS PILOTOS DIVERGEM
“Não existe fraqueza alguma. Nós só precisamos evoluir um pouco para podermos tirar o melhor do potencial do carro, o que nós ainda não fizemos, mas estamos perto”- Niko Rosberg, após os treinos de sábado(27/02) em Barcelona, quando obteve o melhor tempo entre os que foarm à pista.
 
“Ontem eu estava um pouco pessimista, mas eu ainda não tinha olhado os dados. Era um sentimento inicial. Mas eu acho que estamos correndo com um pouco mais de combustível do que os outros e é por isso que nossos tempos não estão tão bons. Olhando para os dados vejo que eles não estão ruins, estão razoáveis” - Schumacher, amenizando o tom de decepção nas declarações da sexta-feira(26/02).
 
Aqui, acredito na astúcia de Schumacher, que com as declarações negativistas pretendia únicamente esconder o real potencial.   
 
FESTA NO BARHEIN

A presença de Campeões como Emerson Fittipladi(72 e 74), Jackie Stewart(69, 71 e 73), Jody Scheckter(79), Keke Rosberg e Mario Andretti(78) pilotando os modelos da época é uma atração marcante para comemorar o início da sexagésima temporada da Fórmula 1. Após acelerar o Lotus de seu primeiro título, o brasileiro disse:  "É como se fosse uma cápsula do tempo! O carro está perfeito, do mesmo jeito que estava quando eu ganhei o Mundial".

Emerson guia lendária Lotus preta e dourada no Bahrein 

Emerson pilota no Barhein a lendária Lotus 72 preta e dourada do título de 1972

 

Lotus 79 com a qual Mario Andretti se sagrou Campeão em 1978

March 701, da Tyrrell, com Stewart

O escocês Jackie Stewart, Tri-Campeão da F 1, grande rival de Emerson Fittipaldi 
"Corri com Emerson, Mario [Andretti], John Surtees. Todos nós vivemos grandes dias. Juntar todo mundo assim é algo que nunca aconteceu na história do automobilismo. É um evento fantástico", vibrou  Stewart

OITO PILOTOS PELO TÍTULO MUNDIAL DE 2010

O alemão Michael Schumacher(HeptaCampeão), os brasileiros Felipe Massa e Rubens Barrichello, o espanhol Fernando Alonso(BiCampeão em 2005 e 2006), os inglêses Jenson Button (Campeão em 2009) e Lewis Hamilton(Campeão em 2008), o alemão Sebastian Vettel e o australiano Mark Webber(ambos venceram GPs em 2009 pela mesma equipe pela qual vão competir em 2010). Até a terceira ou quarta prova da temporada essa é a lista. Barrichello(não é desculpa) vai depender da performance do equipamento que a Williams consiga entregar. E, tem conhecimento técnico para melhorar e otimizar o que receber. 

UOL Esporte

A partir da esquerda: Alonso, Massa, Vettel, Schummy, Button  e Hamilton. 11 títulos aí nas fotos.Que briga!

 
FERRARI
A equipe a ser batida. Agora tem o bicampeão Alonso e o competente e competitivo brasileiro Felipe Massa. Vale lembrar que pilotos campeões já passaram pela equipe italiana sem conquistar o título.
 
MCLAREN
Tem o eficiente Hamilton, com a experiência necessária para brigar por um novo título. Resta conferir ao longo da temporada se o jovem inglês amadureceu o suficiente. E o atual campeão, uma incógnita esse ano.
 
MERCEDES
A maior estrela dessa equipe não é a do logotipo da marca alemã e sim o seu principal trunfo: Michael Schumacher, heptacampeão mundial da F 1, conquistando cinco títulos pela Ferrari e os dois primeiros pela Benetton.
 
WILLIAMS
                                                                                                                                                                                                        Tiago Rafael/Tazio
Barrichello e sua Williams no pitlane de Barcelona
 
Conta com a grande experiência e garra do brasileiro Rubens Barrichello, que deve ser considerado candidato ao título até que eventualmente se constate incapacidade técnica do carro da equipe, que um dia foi a dos sonhos de Ayrton Senna. Na Williams Senna disputava o terceiro GP em San Marino até sofrer o acidente fatal. Nelson Piquet, que foi campeão pilotando pela Williams, sofreu grave acidente com um carro da equipe, também em San Marino.
 
LOTUS
A tradicional equipe inglesa do genial Colin Chapman permitiu a Emerson Fittipaldi dar o primeiro título ao Brasil na F1, em 1972.
Os outros dois pilotos brasileiros campeões da F 1 também correram pela Lotus. Senna chegou a pilotar e venceu seu primeiro GP com o carro da Lotus nas cores preto e dourado, as mesmas da conquista de Emerson. O italiano Jarno Trulli vai contribuir com sua experiência para acelerar os ajustes no carro. E o finlandes Kovalainen vai acelerar como já mostrou que gosta. Sob o comando de Tony Fernandes.
 
RED BULL
Pilotos competentes. Carros competitivos. Verba suficiente. Pode se intrometer outra vez entre as grandes. E, se confirmar uma delas.
 
FORCE INDIA
Algumas performances surpreendentes em 2009. E já mostrou força durante os treinos na Espanha.
 
RENAULT
Permaneceu na categoria apesar do escândalo que derrubou o italiano Briatore. Não deve estar entre as principais concorrentes apesar da boa estrutura. Tem em Kubica a chance de uma promessa se confirmar.
Os carros voltam a usar o amarelo com detalhes em preto, a pintura dos anos 80, da era turbo, onde seus motores (dizem) atingiam os 1200 cv de potência.
 
SAUBER
Peter Sauber está entrando para a história do automobiismo pela perseverança a exemplo de Colin Chapman, Ken Tyrrel, Frank Williams e Ron Dennis.
 
HISPANIA ( Ex CAMPOS)
Sem a certeza da então Campos de participar no GP do Bahrein que abre a temporada na metade de março, o brasileiro Bruno Senna poderia até correr por alguma outra equipe. Renault, Sauber, Toro Rosso e USF1 tinham vaga até a metade de fevereiro. Massa iniciou na F 1 correndo pela Sauber. Mas, o desfecho foi inesperado e o brasileiro terá na Hispania o primeiro piloto indiano na F 1 como companheiro de equipe.
 
VIRGIN
O brasileiro Lucas Di Grassi está na categoria. Mas, com a Virgin, não está no páreo.
 
TORO ROSSO
Incrível a insistência e a permanência na F 1. E nos testes teve performance surpreendente.
 
USF1
A equipe norte americana protagonizou um vexame. Até o final de fevereiro não conseguira confirmar sua estréia na abertura da temporada 2010, no Bahrein. E no início de março anunciou que não participará e iria tentar junto à FIA autorização para adiar a estréia para 2011. Demonstra claramente o desinterêsse do mercado norte americano pela Fórmula 1. Americanos adoram automobilismo desde que seja disputado nos EUA.
 
CONSIDERAÇÕES PÓS-TESTES PRÉ TEMPORADA
 
Toro Rosso foi a grande surpresa nos testes pré-temporada realizados ao longo de 15 dias em Valência, Barcelona e Jerez de La Frontera sendo a equipe com a quarta maior quilometragem percorrida.
 
Apenas Ferrari, Williams e Mercedes rodaram distâncias maiores. A Mercedes apenas 103 km a mais. Mas, o suficiente para confirmar a confiabilidade da máquina a ser conduzida pelo fantástico Schumacher.  
 
Pelas performances nesses testes, McLaren, Ferrari e Red Bull podem ser consideradas as três equipes mais fortes. Mas, seguidas de perto por Mercedes e Williams. E aí, as grandes experiências do alemão heptacampeão e do brasileiro Barrichello, piloto com o maior número de GPs disputados nos 59 anos da F 1 poderão ser decisivos para colocar os carros de suas equipes em igualdade com o trio que se saiu melhor na Espanha.
 
E, os dois tem a vantagem de não competir com seus companheiros de equipe como acontecerá com as duplas Alonso/Massa, Button/Hamilton e Vettel/Webber. Um emaranhado de possibilidades envolve esses oito candidatos ao título de uma temporada que promete ser disputadíssima e por isso espetacular. As duas azarãs: Sauber e Toro Rosso, que poderão marcar muitos pontos. Esse será o objetivo.  
 
A temporada 2010 promete ser disputadíssima e assim espetacular.
 
PIT STOP (Registros Curtos)

O ex-piloto austríaco Gerhard Berger comanda a Toro Rosso. O motor utilizado pela equipe é Ferrari.

Os motores Mercedes equipam também os carros da Force India e da McLaren.

 
O Banco Cruzeiro do Sul patrocina Bruno Senna. O tio Ayrton, Tri Campeão, teve patrocínio do Banco Nacional.
 
A pedido do patrocinador de Bruno, o maestro Eduardo Souto Neto, o mesmo que compôs o “Tema da Vitória”, compôs música para comemorar a chegada do piloto brasileiro à categoria.
 
A Coréia do Sul entra para a F 1 na temporada 2010 realizando seu primeiro GP.
 
Em 2011 será a vez da India que já tem nessa temporada a equipe Force India e o piloto Karun Chandhok , companheiro de Bruno Senna na Hispania, passar a fazer parte do calendário da F 1.
 
Ao final do primeiro dia de provas de classificação, Schumacher estava ocupando a segunda fila no grid, com o terceiro melhor tempo. Dentro da previsão. Na formação final, largará da sétima posição.
 
Felipe Massa larga na primeira fila em seu retorno à F 1 após o acidente de 2009. Rubens Barrichello sai na décima primeira posição do grid. Tem a seu favor a vivência anterior sem reabastecimento.
 
O indiano Chandhok andou pela primeira vez no carro durante a classificação no sábado!

 

FERRARI LARGA NA FRENTE EM 2010

Em uma corrida sem maiores emoções, com poucas ultrapassagens entre os melhores colocados

O bi campeão Fernando Alonso estreou na Ferrari vencendo o GP do Barhein, aproveitando o problema ocorrido no carro do alemão Sebastian Vettel, que largara na pole-position e liderou 34 das 49 voltas.

O brasileiro Felipe Massa, em seu retorno à  F 1, provou estar em plena forma, completando a dobradinha da equipe italiana. Nas provas de classificação, Massa obteve o segundo lugar no grid, enquanto Alonso alinhou na terceira posição.

O mérito do espanhol está na melhor largada, superando Massa por for a na freada ao final da reta e já se colocando na linha preferencial para a curva seguinte.

Primeiras curvas: As Ferrari seguidas pela McLaren de Halmilton, pelas Mercedes de Rosberg e Schumacher e a McLaren de Button. Vettel disparara na frente. O carro de Webber emite a nuvem de fumaça branca.

A maior surpresa foi o jovem Nico Rosberg ter se mantido à frente do campeoníssimo Schumacher desde a prova de calssificação até a bandeirada final: Schummy foi o sexto colocado em seu retorno, exatamente atrás de seu compatriota e companheiro na equipe Mercedes.

Entre as poucas ultrapassagens, as de Alonso, Massa e Hamilton sobre o carro deficiente de Vettel.

Algumas rodadas como as de Kubica logo após a largada e do companheiro de Rubens Barrichello na Williams, Kulkenberg não foram suficientes para tornar emocionante esse primeiro GP de 2010. Rubinho foi o 10 colocado numa performance razoável e que mostrou a necessidade de maior desenvolvimento do carro.

Os brasileiros Bruno Senna e Lucas Di Grassi abandonaram. Bruno, largou do box e estava em 19 quando seu carro quebrou na décima nona volta.